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dc.creatorMALTA, Deborah Carvalho-
dc.creatorANDREAZZI, Marco Antonio Ratzsch de-
dc.creatorOLIVEIRA-CAMPOS, Maryane-
dc.creatorARAÚJO, Silvania Suely Caribé de-
dc.creatorSÁ, Naíza Nayla Bandeira de-
dc.creatorMOURA, Lenildo de-
dc.creatorDIAS, Antonio José Ribeiro-
dc.creatorCRESPO, Claudio Dutra-
dc.creatorSILVA JÚNIOR, Jarbas Barbosa da-
dc.date.accessioned2018-03-14T13:33:50Z-
dc.date.available2018-03-14T13:33:50Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationMALTA, Deborah Carvalho et al. Tendência dos fatores de risco e proteção de doenças crônicas não transmissíveis em adolescentes, Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE 2009 e 2012). Revista Brasileira de Epidemiologia, São Paulo, v. 17, supl. 1, p. 77-91, 2014. Disponível em: <http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/9551>. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1980-5497pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/9551-
dc.description.abstractOBJECTIVE: To compare the prevalence of major risk and protection factors for chronic non-communicable diseases in school-aged children in Brazilian capitals surveyed in the National Adolescent School-based Health Survey in its two editions, 2009 and 2012. METHODS: The frequencies, with Confidence Interval of 95%, of the following demographic variables were compared: food intake, body image, physical activity, smoking, alcohol and other drugs. Prevalence was compared in the two editions of the survey. RESULTS: The proportion of students who attend two physical education classes a week was maintained at 49% between 2009 and 2012, increasing in public schools from 50.6% (95%CI 49.8 - 51.4) to 52.5% (95%CI 49.2 - 55.7), and decreasing in private schools. There was no change in the proportion of students who watch two hours or more of television daily, about 80%. As for body image, there was no change between the two editions, and about 60% considered themselves being of normal weight. There was a reduction in the percentage of adolescents who experienced cigarettes, from 24.2% (95%CI 23.6 - 24.8) to 22.3% (95%CI 21.4 - 23.2), and the prevalence of smoking was maintained at about 6% (there was no statistical difference between 2009 and 2012). The consumption of beans, fruits, sweets and soft drinks also decreased. Frequency of drug experimentation was of 8.7% (95%CI 8.3 - 9.1) in 2009, and 9.6% (95%CI 9.0 - 10.3) in 2012, with no difference between confidence intervals, and the frequency of alcohol experimentation was maintained at about 70%; the percentage of use in the past 30 days was also maintained at around 27%. CONCLUSION: In the Brazilian capitals, the vast majority of prevalence of risk factors were kept stable in the two editions of the National Survey of School. These data generate evidence to guide the implementation of public policies to minimize the exposure of adolescents to risk factors.pt_BR
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.urihttp://www.scielo.br/pdf/rbepid/v17s1/1415-790X-rbepid-17-s1-00077.pdfpt_BR
dc.subjectAdolescênciapt_BR
dc.subjectFatores de risco - Adolescentept_BR
dc.subjectAtividade física - Adolescentept_BR
dc.subjectTabagismo - Adolescentept_BR
dc.subjectÁlcool - Adolescentept_BR
dc.subjectDrogas - Adolescentept_BR
dc.subjectConsumo alimentar - Adolescentept_BR
dc.titleTrend of the risk and protective factors of chronic diseases in adolescents, National Adolescent School-based Health Survey (PeNSE 2009 e 2012)pt_BR
dc.title.alternativeTendência dos fatores de risco e proteção de doenças crônicas não transmissíveis em adolescentes, Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE 2009 e 2012)pt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3261263738543724pt_BR
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dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0703908989136577pt_BR
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dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2139690530294427pt_BR
dc.citation.volume17pt_BR
dc.citation.issueSupl. 1pt_BR
dc.citation.spage77pt_BR
dcterms.citation.epage91pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/1809-4503201400050007pt_BR
dc.description.resumoOBJETIVO: Comparar as prevalências dos principais fatores de risco e proteção para doenças crônicas não transmissíveis em escolares nas capitais brasileiras, investigados na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar nas suas duas edições, 2009 e 2012. MÉTODOS: Foram comparadas as frequências com Intervalo de Confiança de 95% das variáveis sóciodemograficas e dos seguintes comportamentos: consumo alimentar, imagem corporal, atividade física, tabagismo, consumo de álcool e outras drogas. As prevalências foram comparadas nas duas edições da pesquisa. RESULTADOS: A proporção de alunos que praticam duas ou mais aulas de educação física foi mantida em 49% entre 2009 e 2012. Não houve mudança nos que assistem duas horas ou mais de televisão diária, cerca de 80%. Quanto à imagem corporal, não houve mudança nas duas edições, e cerca de 60% se consideraram com peso normal. Houve uma redução no percentual de adolescentes que experimentou cigarros de 24,2% (IC95% 23,6 - 24,8) para 22,3% (IC95% 21,4 - 23,2), e a prevalência de fumantes foi mantida em cerca de 6%. O consumo de feijão, frutas, guloseimas e refrigerantes também reduziu. A experimentação de drogas foi de 8,7% (IC95% 8,3 - 9,1) em 2009 e de 9,6% (IC95% 9,0 - 10,3) em 2012, e a frequência de experimentação de bebidas alcoólicas foi mantida em cerca de 70%; a porcentagem de uso nos últimos 30 dias também foi mantida, em cerca de 27%. CONCLUSÃO: Nas capitais brasileiras, foram mantidas estáveis a grande maioria das prevalências de fatores de risco nas duas edições da Pesquisa Nacional de Escolares. Estes dados geram evidências para orientar a implementação de políticas públicas para minimizar a exposição a fatores de risco dos adolescentes.pt_BR
Appears in Collections:Artigos Científicos - FANUT/ICS

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